A derrota de Sabalenka e o discurso de Djokovic no Australian Open revelam duas formas opostas de lidar com a autocobrança, a frustração e a maturidade emocional — com uma reflexão necessária sobre o peso da autocobrança feminina.
“A sociedade perde o valor das coisas que são inutilmente destruídas”; e devemos concordar com uma máxima que vai arrepiar os cabelos dos protecionistas: “Quebrar, estragar, desperdiçar, não é encorajar o trabalho nacional; ou, mais resumidamente, “destruição não é lucro”.